segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Selo para qualidade de codigo fonte

Este projeto visa criar diretrizes para determinar a qualidade do codigo fonte de aplicacoes sob varias perspectivas. Por exemplo, a perspectiva do negocio.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Dicionário recursivo

Os dicionário trazem o significado de termos ou de expressões. Cada termo ou expressão é apresentado com o seu significado relativo ao domínio em que são utilizados. Então, cada termo ou expressão têm seus significados atrelados ao domínio em que estão. Por outro lado, domínios são termos ou expressões.
Uma expressão pode ser explicada com um termo e um termo pode ser explicado com uma expressão. Sendo redundante, expressões de termos definem os domínios que definem o significado para termos e expressões. Sendo que termos explicam expressões e expressões explicam termos. O dicionário de um dado domínio é o conjunto de termos e expressões explicadas de modo a ter significado para este domínio. Termos ou expressões de um domínio podem ajudar a explicar termos e expressões de outro domínio, quando isto ocorre estes domínios são chamados de relacionados. Um termo ou expressão podem ter termos expressões no mesmo domínio que são sinômimos.

Domínio (Informática) - Termo (Computador) - Significado (Máquina)... etc.
Domínio (Informática) - Expressão (Os computadores são máquinas pensantes) - Significado (Computador)

terça-feira, 3 de março de 2009

Modelo de marketing (motivação I)

Atualmente o mundo do marketing tem quatro papéis bem distintos. O stakeholder, o consumidor, a agência e os meios de comunicação e de modo geral, as seguintes interações entre eles acontecem:
  1. O stakeholder contacta uma agência com a intenção de comunicar algum valor para consumidores em potencial.
  2. A agência define o público consumidor potencial e prepara a campanha de marketing pensando nos meios de comunicação que pretende utilizar.
  3. A agência entra em contato com os meios de comunicação para negociar os valores da veiculação da campanha.
Neste contexto, os meios de comunicação não mantém uma relação individual com os consumidores de seus conteúdos. Geralmente, eles têm, apenas, informações da audiência média e uma idéia muito vaga dos interesses deste público consumidor. Isto tem uma implicação direta e negativa, as empresas que pretendem fazer campanhas nestes meios não conseguem atingir individualmente os seus potenciais consumidores. Não há portanto, uma participação ativa do consumidor, nem alguma forma direta de recompensa que seja associada ao consumo da propaganda. O stakeholder é tem toma a primeira iniciativa.
O cenário descrito acima é bem diferente da nova realidade do *P. Com ele as relações de consumo serão individuais e proativas, onde o consumidor diz suas preferências e as agências podem acompanhar os movimentos de interesse, ora extremos ora mais gerais. Para este novo paradigma de consumo de conteúdo precisamos de novas estratégias de veiculação marketing e de uma politíca de recompensa.
No novo contexto do *P os papéis continuam os mesmos, mas suas interações mudam, de modo a constituir um ciclo virtuoso de oferta e recompensa. A seguir detalho as novas interações entre os papéis no domiínio do *P.
  1. O consumidor define suas preferências de consumo. Estas preferências podem incluir propaganda de um dado assunto ou de uma marca ou a combinação de ambos.
  2. A agência monitora os interesses dos consumidores e lança campanhas de marketins para assuntos de interesse do consumidor. Cada campanha tem uma duração e tem uma audiência, quem chegar primeiro.
  3. O consumidor consumindo uma dada propaganda é premiado com alguma quantia proporcional a audiência da mesma. Deste modo quanto mais consumidores consumirem uma dada propaganda, menos cada um receberá proporcionalmente até um teto que precisa ser definido. Este teto representa o mínimo que se deseja dividir. O máximo é a audiência total. Cada consumidor representa uma certa audiência de nomínimo 1 e no máximo um valor estipulado.
  4. O *Provider administra o ingresso tanto de consumidores quanto de agências. Sempre que uma campanha entra em oferta os consumidores podem acessá-la e decidir se desejam consumí-la. O *Provider recebe um percentual deste valor.

No contexto do *P o consumidor é sempre o proativo da relação de consumo. Ele decide o que deseja consumir de modo direto, escolhendo as agências ou os conteúdos especificamente, ou indireto escolhendo os assuntos e permitindo campanhas relacionadas.

Os consumidores quando têm mais de uma audiência eles passam a representar um público, por exemplo de um shopping. Lá estão pessoas cujo o interesse é médio pelas lojas, etc. Esta audiência média muda as relações entre agência e consumidor. Neste caso o consumidor pode negociar valores a mais pela audiência das propagandas, mas o mínimo e o máximo continuam sendo definidos. Pode existir uma situação oposta, onde a agência é significativamente importante e o consumidor pode negociar para não cobrar nada, mas sim seder um dado valor. Um dado shopping que quer veicular a propaganda do unicef pode ter que pagar ao mesmo para fazer isto.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Medidas de utilização do software para apoiar negociação com o cliente

Q1: Quais operações para quais propósitos resultam quais tipos de erros?

Q1.1: Qual operação foi executada?
Q1.2: Qual tipo de erro ocorreu?
Q1.3: Qual era o propósito?
Q1.4: Qual é o perfil do executor?

Hipótese: Se tivermos o conhecimento de qual o tipo de erro ocorreu quando um determinado perfil de usuário utiliza uma dada operação para conseguir um dado propósito. Podemos direcionar treinamento e manutenção.

domingo, 28 de setembro de 2008

Insight-public

Narrativa:
Você está programando em usa ferramenta predileta e naquele momento tem uma grande idéia ou gostou do código que escreveu e deseja publicar seu código e ou sua idéia. Você vai digitar seu código ou sua idéia e em seguinda vai preciosar a combinação de tecla por você configurada e em seguida indicar o destino. O código irá para o forum de programação e tirará uma dúvida que um usuário postou, e sua idéia vai para o seu blog "incubadora de idéias". Tudo isto foi realizado de dentro seu seu editor de sua ide favorita.

Nunca perca sua idéia!

sábado, 27 de setembro de 2008

Índice de contribuição - IC

O ídice de contribuição é uma idéia que generaliza as soluções de fidelização que vemos por todas as grandes emprasas, onde se recebe um cartão, geralmente é assim, e sempre que você efetuar compras naquele estabelecimento isto é revertido em pontos que podem ser trocados por serviços e por produtos da própria empresa ou de outras que são parceiras.

Qual é idéia então?

A idéia é fazer o mesmo para ações voltadas para o meio ambiente ou para qualquer ação que esteja direta ou indiretamente no domínio de ajuda. Vamos a exemplos:

1. Você realiza compras em um supermercado do seu bairro e sempre leva sua sacola para por os produtos. Isto vale pontos no índice de contribuição.
2. Você participa ativamente de ONGs reconhecidas, que defedem causas comuns e que busca iniciativas de preservação. Isto conta para o seu índice.
3. Você é uma empresa que tem um programa de reflorestamento. Isto conta ponto.
4. Você separa o lixo, contribuido para à coleta seletiva.
5. Você município cumpre com as ações voltadas para saneamento, saúde, habitação, etc.
6. Você município acumula também o índice correspondente aos seus habitantes, pessoas físicas e pessoas jurídicas.
7. Você estado é um somatório dos índices municipais adicionando-se suas responsabilidades.
8. Você pais é um somatório dos índices de seus estados adicionando-se suas responsabilidades.

Toda e qualquer ação que contribua positivamente, deve ter a ela associado uma frequência e uma periodicidade isto para cada contribuinte (pessoa física, juridica ou governo). A estas ações serão atribuidas pessos de contribuição negativos ou positivos.
Mas existe o feedback negativo. Existe duas maneiras de se decrementar o valor do índice:

1. Você pessoa jurídica, contribui negativamente, realizando ações que degradem o meio ambiente e consequentemente de uma forma ou de outra piore a vida das pessoas.
2. Quendo você pesso